GREENPEACE BRASIL


CULTURA ÁRABE & SERPENTES

MY LITTLE PLANET

domingo, 19 de setembro de 2010

Como fazer sexo ecológico?

por Bruno Lazaretti
via Mundo Estranho
Foto de Ask Men

 À LUZ DE LED
Procure um cafofo que utilize luzes de LEDs (sigla em inglês para diodo emissor de luz). Elas gastam pouca energia e iluminam pra chuchu. Se quiser fazer sexo às claras, pode deixar a luz acesa sem culpa.
Seja romântico! Faça amor no escurinho ou crie um ambiente à luz de velas

MOITA SAUDÁVEL
Vai rolar no jardim à luz de estrelas? Melhor abolir os pesticidas antes. Senão, além de danificar o meio ambiente, você pode sair com uma coceira daquelas!

DESCARGA INTELIGENTE
Nos motéis amigos do meio ambiente, a descarga do vaso tem dois botões, que liberam volumes de água diferentes. Um fraco, para líquido, e um mais forte, para sólidos.
Enquanto não inventam uma camisinha reciclável, o ideal é jogá-la no lixo, e não no vaso

CALIENTE
Da piscina ao chuveiro e até na hidromassagem, o ideal é esquentar a água com a energia do Sol, dispensando o uso de energia elétrica ou a queima de gás
Tome banho junto! Você economiza água, se diverte e consegue lavar aquela parte inalcançável das costas

APAGUE A LUZ
Alguns motéis utilizam o cartão magnético, que serve como chave, para ativar o circuito elétrico do
quarto. Ao retirar o cartão para sair, todo o sistema é desligado, evitando o desperdício de energia

MADEIRA DA BOA!
Nos motéis ecológicos, todas as madeiras são de origem certificada. Isso significa que nenhuma floresta foi destruída para você se divertir
Lençóis feitos de fibras de bambu são lisos como seda e provêm de cultivo sustentável

ÓLEO DE ÁGUA
Prefira sempre lubrificantes à base de água. Além de ser mais confortável, o produto não contém derivados de petróleo na fórmula. Ou seja, o óleo é biodegradável, não agride a natureza

PREFIRA O ORGÂNICO
Quer frutinha na boca? Então escolha aquelas que não sejam transgênicas! Nenhum estudo comprovou a segurança de alimentos geneticamente modificados. Para que se arriscar?

RESPEITE A OSTRA
Pode até ser afrodisíaco, mas destruir a fauna dos oceanos para esquentar os lençóis é total irresponsabilidade. Vá de guaraná e caju, que têm efeito energizante e cultivo sustentável

PRAZER ECOLÓGICO
Brinquedinhos sexuais são frequentemente feitos com PVC ou vinil. Dispense. A produção dos dois libera gases tóxicos! Existem por aí várias alternativas feitas de material reciclado
Você pode encontrar na web vibradores que funcionam a corda. Quatro minutos de carga garantem meia hora de prazer

66 coisas que você pode plantar em casa

fonte: Planet Green
Foto de Romuu

Plantando em Casa
Já pensou em plantar na sua própria casa frutas e verduras sem agrotóxicos? Saiba que isso é possível e nem precisa ter muito espaço. Extrair produtos orgânicos para a sua família com baixíssimo custo e de forma sustentável pode ser uma atividade muito compensadora e divertida. Veja 66 coisas que você pode plantar em casa:

Árvores Frutíferas

1. maçã
2. cumquats (laranjinha)
3. avocado (abacate)
4. mirtilo (blueberry)
5. romã
6. amora
7. cereja
8. figo
9. pêra

Frutas Cítricas
Frutas cítricas são boas opções para iniciar o seu pequeno pomar, pois não exige muita experiência no assunto.
10. tangerina
11. grapefruit
12. laranja
13. lima da pérsia
14. limão

Frutas Tropicais

As frutas tropicais também são fáceis de plantar, inclusive em locais fechados.
15. banana
16. abacaxi
17. mamão
18. goiaba

Surpreenda-se

19. pinha (fruta do conde)
20. babosa (aloe vera)
21. morango
22. algumas ervas p/ chá
23. quinoa

Os Clássicos

24. tomate
25. moranga (cabocha)
26. abóbora
27. pimentão
28. pimenta
29. pepino

Melões

30. cantaloupe
31. melão sapo
32. melão amarelo ou dourado

Ervas

Algumas ervas podem exigir um cuidado estão com relação a água, mas certamente também podem crescer em locais fechados.
33. manjericão
34. orégano
35. salsinha
36. alecrim
37. cebolinha
38. hortelã
39. tomilho
40. sálvia
41. manjerona

Folhas Verdes

42. couve
43. almeirão
44. espinafre
45. acelga
46. alface
47. mostarda
48. agrião
49. rúcula

Raízes

50. cenoura
51. beterraba
52. batata

Outras coisas que parecem muito saudáveis

53. repolho
54. couve vários tipos
55. broto de trigo
56. couve-flor
57. nabo
58. batata doce
59. aipo
60. pastinagas
61. tupinambo
62. ervilhas
63. ruibarbo
64. ogumelos
65. broto de feijão (moiashi)
66. aspargos




sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Políticos não veem graça em bicicleta, diz especialista

Segundo o engenheiro de gerenciamento de mobilidade Ronaldo Balassiano, debate eleitoral ignora o uso de transporte sustentável nas grandes metrópoles

créditos: EXAME
Alexandre Battibugli
Sem faixas exclusivas, ciclistas se arriscam entre carros nas vias movimentadas

São Paulo - Convencer um brasileiro a incorporar a bicicleta como principal meio de transporte para percursos curtos, a exemplo do que acontece em cidades européias como Barcelona, Paris e Amsterdã, não é uma tarefa fácil. "Bicicleta ainda é vista no país como um veículo de 2ª categoria", afirma Ronaldo Balassiano, especialista em mobilidade urbana.
Esse meio de transporte individual, sustentável e praticamente nulo em emissões de poluentes - a não ser por uma quantidade ínfima de material particulado liberado pelo atrito entre as rodas de borracha e o asfalto - é apontado como uma solução viável, barata e funcional para os problemas de congestionamento e degradação do ar comuns nas grandes metrópoles.
Apesar do crescente número de adeptos e dos benefícios que geram para o meio ambiente e para a saúde da população, as magrelas de duas rodas não parecem tão atrativas aos gestores públicos como outros veículos. "Os investimentos públicos ainda privilegiam o transporte motorizado e a construção de mais estradas e viadutos, quando poderiam investir na criação de ciclovias", afirmou o engenheiro durante evento sobre mobilidade urbana realizado nesta quinta (16) na FAAP, em SP.

Segundo o especialista, a "bicicleta não tem graça, politicamente". Prova disso, é que, em ano eleitoral, o debate sobre esse transporte sustentável é uma ausência sentida em todos os discursos partidários. "Ninguém demonstra compromisso ou interesse pela questão, nem mesmo os verdes, mais engajados com a causa ambiental".
Riscos e soluções
Sem faixas exclusivas, os ciclistas se arriscam em vias abarrotadas de carros, ônibus e motocicletas, que passam fácil dos 70Km/h. Em janeiro de 2009, uma ciclista morreu na Avenida Paulista, em SP, após ser atropelada por um ônibus. O caso que chocou o país revelou uma demanda antiga por aparelhos públicos específicos para esse tipo de veículo, que é o mais frágil entre os meios de transporte.
Balassiano diz que as soluções vão além da criação de faixas exclusivas ou compartilhadas com limite de velocidade determinado. Também são necessários pontos de abrigos para guardar as bikes, estacionamentos especiais - até mesmo no local de trabalho - e principalmente fiscalização e manutenção da rede de ciclovias. "Se até as olimpíadas de 2016, essas medidas forem tomadas, será possível dobrar a participação da bicicleta na divisão modal de transportes, que atualmente representa apenas 3%", afirma.

domingo, 29 de agosto de 2010

APRENDENDO COM A NATUREZA

http://www.gdargaud.net/Photo/1024/ThunderStrike.jpg
 DEUS FEZ A FLORESTA
HOMEM FEZ A MOTO SERRA
DEUS FEZ A PAPOULA
HOMEM FEZ A HEROÍNA
DEUS FEZ OS RIACHOS MERGULHANTES
HOMEM FEZ OS ESGOTOS
DEUS FEZ OS CAMPOS
HOMEM FEZ AS CERCAS
DEUS FEZ OS PASSAROS
HOMEM FEZ AS GAIOLAS
DEUS FEZ OS ANIMAIS SELVAGENS
HOMEM FEZ A CAÇA E JAULAS
DEUS FEZ O AZUL DO CEU
HOMEM FEZ O CEU CINZENTO
DEUS FEZ OS RIOS TRANSPARENTES
HOMEM FEZ O DESPEJO DAS FABRICAS

TEMOS QUE APRENDER MAIS COM A NATUREZA !

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Problemas atuais enfrentados pela floresta amazônica

créditos:http://www.suapesquisa.com/geografia/floresta_amazonica.htm
Um dos principais problemas é o desmatamento ilegal e predatório. Madereiras instalam-se na região para cortar e vender troncos de árvores nobres. Há também fazendeiros que provocam queimadas na floresta para ampliação de áreas de cultivo (principalmente de soja). Estes dois problemas preocupam cientistas e ambientalistas do mundo, pois em pouco tempo, podem provocar um desequilíbrio no ecossistema da região, colocando em risco a floresta. 
Outro problema é a biopirataria na floresta amazônica. Cientistas estrangeiros entram na floresta, sem autorização de autoridades brasileiras, para obter amostras de plantas ou espécies animais. Levam estas para seus países, pesquisam e desenvolvem substâncias, registrando patente e depois lucrando com isso. O grande problema é que o Brasil teria que pagar, futuramente, para utilizar substâncias cujas matérias-primas são originárias do nosso território.

Com a descoberta de ouro na região (principalmente no estado do Pará), muitos rios estão sendo contaminados. Os garimpeiros usam o mercúrio no garimpo, substância que está contaminando os rios e peixes da região. 
Índios que habitam a floresta amazônica também sofrem com a extração de ouro na região, pois a água dos rios e os peixes são importantes para a sobrevivência das tribos.

Lista Oficial de Flora Ameaçada de Extinção

créditos: http://www.ibama.gov.br/flora/extincao.htm

Através da Portaria Nº 37-N, de 3 de abril de 1.992, o IBAMA torna pública a Lista Oficial de Espécies da Flora Brasileira Ameaçada de Extinção:

Espécies marcadas com asteriscos (*) estão provavelmente extintas. Estas espécies não foram encontradas na natureza nos últimos 50 anos.



Acanthococos emensis Toledo. PALMAE. (São Paulo, Minas Gerais). Categoria: Rara (R);
Aechmea apocalyptica Reitz. BROMELIACEAE. (Santa Catarina, Paraná, São Paulo). Categoria: Rara (R);
Aechmea blumenavii Reitz. BROMELIACEAE. Nomes populares: “gravatá”, ”monjola”, “bromélia”.
(Santa Catarina). Categoria: Rara (R);
Aechmea kleinii Reitz. BROMELIACEAE. Nomes populares: “gravatá”, ”monjola”, “bromélia”. (Santa Catarina). Categoria: Rara (R);
Aechmea pimenti-velosii Reitz. BROMELIACEAE. Nomes populares: “gravatá”, ”monjola”, “bromélia”. (Santa Catarina). Categoria: Rara (R);
Aniba roseodora Ducke. LAURACEAE. Nome popular: “pau-de-rosa” (Amazonas, Pará). Categoria:
Em perigo (E);
Araucaria angustifolia (Bertol) O. Kuntese. ARAUCARIACEAE. Nome popular:
“pinheiro-do-paraná”. (São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais). Categoria:
vulnerável (V);
Aspilia grasielae Santos. COMPOSITAE. (Mato Grosso do Sul). Categoria: Indeterminada (I);
Aspilia paraensis (Huber) Santos. COMPOSITAE. (Pará). Categoria: Rara (R);
Aspilia pohlii Backer. COMPOSITAE. Categoria: Indeterminada (I);
Aspilia procumbens Backer. COMPOSITAE. (Rio Grande do Norte). Categoria: Rara (R);
Astronium fraxinifolium Schott. ANACARDIACEAE. Nome popular: “gonçalo-alves” (Minas Gerais,
Goiás, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão, Piauí). Categoria:
Vulnerável (V);
Astronium urundeuva (Fr.All.) Engl. ANACARDIACEAE. Nome popular: “aroeira-do-sertão”,
“aroeira-legítima”. (Minas Gerais, Goiás, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato
Grosso, Maranhão, Piauí) Categoria: Vulnerável (V);
Bauhinia smilacina (Schott) Steudel. LEGUMINOSAE. Nome popular: “cipó-escada-de-macaco”. (Rio
de Janeiro, Bahia). Categoria: Vulnerável (V);
Bertholletia excelsa HBK. LECYTHIDACEAE. Nome popular: “castanheira”, “castanheira-do-brasil”.
(Amazonas, Pará, Maranhão, Rondônia, Acre). Categoria: Vulnerável (V);
Billbergia alfonsi-joannis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “poço-de-jacó”, “gravatá”,
”monjola”, “bromélia”. (Espírito Santo, Santa Catarina). Categoria: Em perigo (E);
Bowdickia nitida Spruce ex Benth. LEGUMINOSAE. Nome popular: “sucupira”, ”sucupira-da-mata”,
“sucupira-verdadeira”. (Amazonas, Pará, Rondônia). Categoria: Vulmerável (V);
Brosimum glaucum Taubert. MORACEAE. (Minas Gerais). Categoria: Rara (R);
Brosimum glazioui Taubert. MORACEAE. Nome popular: “marmelinho”. (Rio de janeiro, Santa
Catarina). Categoria: Rara (R);
Bumelia obtusifolia Roem et Schult. var. excelsa (DC) Mig. SAPOTACEAE. Nome popular:
“quixabeira”. (Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia). Categoria: Vulnerável (V);
Caesalpina echinata Lam. LEGUMINOSAE. Nome popular: “pau-Brasil”, “pau-pernambuco”,
“ibirapitanga”. (Rio de Janeiro, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte) Catagoria: Em perigo
(E);
Cariniana ianeirensis Kunth. LECYTHIDACEAE. Nome popular: “jequitibá”. Rio de Janeiro.
Categoria: Rara (R);
Cattleya schilleriana Reichback. ORCHIDACEAE. (Espírito Santo) Categoria: Em perigo (E);
Costus cuspidatus (Nees et Martins). Maas. ZINGIBERACEAE. (Bahia, Espírito Santo, Rio de
Janeiro). Categoria: Rara (R);
Custus fragilis Maas. ZINGIBERACEAE. (Pará). Categoria: Rara (R);
Costus fusiformis Maas. ZINGIBERACEAE. (Pará). Categoria: Rara (R);
Coupeia schottii Fritsch. CHRYSOBALANACEAE. Nome popular: “oiti-boi”. (Rio de Janeiro, Espírito
Santo, Bahia). Categoria: Vulnerável (V);
Dalbergia nigra (Vell.) Fr. All. LEGUMINOSAE. Nome popular: “jacarandá-da-bahia”. (Bahia,
Espírito Santo). Categoria: Vulnerável (V);
Dicksonia sellowiana (Presl) Hook. DICKSONIACEAE. Nome popular: “samambaiaçu-imperial”
(Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul). Categoria: Em
perigo (E);
Dicypellium caryophyllatum Nees. LAURACEAE. Nome popular: “cravo-do-maranhão”, “pau-cravo”,
“casca-preciosa”. (Pará, Maranhão, Amazonas). Categoria: Vulnerável (V);
Ditassa arianeae Font. et Schw. ASCLEPIADACEAE. (Rio de Janeiro, Espírito Santo). Categoria: Em
perigo (E);
Ditassa maricaensis Font. et Schw. ASCLEPIADACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Dorstenia arifolioa Lam. MORACEAE. Nome popular: “caapiá”, “caiapiá”, ”capa-homem”, ”carapiá”,
“contra-erva”, “figueira-terrestre”. (Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo). Categoria:
Vulnerável (V);
Dorstenia cayapia Vell. MORACEAE. Nome popular: “caapiá”, “caiapiá”, “caiapiá-verdadeiro”.
(Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo). Categoria: Em Perigo (E);
Dorstenia elata Hook. MORACEAE. Nome popular: “caiapiá-grande”. (Minas Gerais, Espírito Santo,
Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
Dorstenia ficus Vell. MORACEAE. Nome popular: “contra-erva”, “figueira-terrestre”. (Rio de Janeiro).
Categoria: Rara (R);
Dorstenia fischeri Bureau. MORACEAE. Nome popular: “caiapiá”. (Rio de Janeiro). Categoria: Em
perigo (E);
Dorstenia ramosa (Desv.) Car. et al. MORACEAE. Nome popular: “caiapiá-grande”, ”capa-homem”,
“contra-erva”, “figueira-da-terra”. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
Dorstenia tenuis Bompl. ex Bur. MORACEAE. Nome popular: “violeta-da-montanha”,
“violeta-montes”. (Paraná, Santa Catarina). Categoria: Vulnerável (V);
Dyckia cabrerae Smith et Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá’, ‘bromélia’. (Santa
Catarina). Categoria: Em perigo (E);
Dyckia distachya Hassler. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá’, ‘bromélia’. (Paraná).
Categoria: Em perigo (E);
Dyckia hatschbachii L.B. Smith. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá’, ‘bromélia’. (Paraná,
Santa Catarina). Categoria: Em perigo (E);
Dyckia ibiramansis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá’, ‘bromélia’. (Santa Catarina).
Categoria: Em perigo (E);
Euxylophora paraensis Huber. RUTACEAE. Nome popular: “pau-amarelo”, “pau-cetim”. (Pará).
Categoria:Vulnerável (V);
Fernseea itatiae (Wawra) Baker. BROMELIACEAE. (Minas Gerais, Rio de Janeiro). Categoria: Rara
(R);
Gonolobus dorothyanus Font. et Schw. ASCLEPIADACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo
(E);
Heliconia angusta Vell. MUSACEAE. Nome popular: “bico-de-guará”. (Rio de Janeiro, Espírito Santo).
Categoria: Vulnerável (V);
Heliconia citrina L. et Em. Santos. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Heliconia farinosa Raddi. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
Heliconia fluminensis L. Em. et Em. Santos. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável
(V);
Heliconia lacletteana L. Em. et Em. Santos. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável
(V);
Heliconia sampaioana L. Em. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
Helosis cayannensis (Swartz) Sprengel var. cayennensis. BALANOPHORACEAE. Nome popular:
“sangue-de-dragão”. (Rondônia, Roraima, Amazonas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul). Categoria:
Vulnerável (V);
Hirtella insignis Briquet et Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Bahia). Categoria: Em perigo (E);
Hirtella parviunguis Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Bahia). Categoria: Em perigo (E);
Hirtella samtosii Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Bahia). Categoria: Em perigo (E);
Ipomoea carajaensis D. Austin. CONVOLVULACEAE. (Pará). Categoria: Em perigo (E).
Ipomoea cavalcantei D. Austin. CONVOLVULACEAE. (Pará). Categoria: Em perigo (E).
Jacquinia brasiliensis Mez. THEOPHRASTACEAE. Nome popular: “barbasco”, “pimenteira”,
“tingui”. (do Rio de Janeiro até o Piauí). Categoria: Vulnerável (V);
Laelia fidelensis Pabst. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-de-são-fidelis”. (Rio de Janeiro).
Categoria: Indeterminada (I);
Laelia grandis Lindl. et Paxt. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-da-bahia”. (Bahia). Categoria:
Em perigo (E).
Laelia jongheana Reinchbach. ORCHIDADEAE. (Minas Gerais). Categoria: Vulnerável (V);
Laelia lobata (Lindl.) Veitch. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-da-gávea”. (Rio de Janeiro).
Categoria: Em perigo (E);
Laelia perrinii (Lindl.) Paxt. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-de-perrin”. (Espírito Santo, Minas
Gerais, Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Laelia tenebrosa Rolfe. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-escura”. (Espírito Santo). Categoria:
Em perigo (E);
Laelia virens Lindl. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-verde”. (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio
de Janeiro). Categoria: Rara (R);
Laelia xanthina Lindl. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-amarela”. (Espírito Santo). Categoria:
Em perigo (E);
Lavoisiera itambana DC. MELASTOMATACEAE. (Minas Gerais). Categoria: Rara (R);
Licania aracaensis Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Amazonas). Categoria: Rara (R);
Licania bellingtonii Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Rondônia). Categoria: Em perigo (E);
Licania indurata Pilger. CHRYSOBALANACEAE. Nome popular: ”milho-cozido”. (São Paulo).
Categoria: Em perigo (E);
Lomatozona artemisaefolia Baker. COMPOSITAE. (Goiás). Categoria: Rara (R);
Lychnophora ericoides Mart. COMPOSITAE. Nome popular: “arnica”, “candeia” (Goiás, Minas
Gerais, São Paulo). Categoria: Vulnerável (V);
Melanoxylon braunia Schott. LEGUMINOSAE. Nome popular: “brauma-preta”. (Minas Gerais, Goiás,
Bahia, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão, Piauí). Categoria: Vulnerável (V);
Mollinedia gilgiana Perkins. MONIMIACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
Mollinedia glabra Perkins. MONIMIACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Mollinedia longicuspidata Perkins. MONIMIACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
Mollinedia stenophylla Perkins. MONIMIACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Ocoteca basicordatifolia Vattimo. LAURECEAE. (São Paulo). Categoria: Rara (R);
Ocoteca catharinensis Mez. LAURECEAE. Nome popular: ”canela-preta”. (São Paulo, Paraná, Santa,
Catarina, Rio Grande do Sul). Categoria: Vulnerável (V);
Ocoteca cymbarum H.B.K. LAURACEAE. Nome popular: “óleo-de-nhamuí”, “inhamuhy”,
“louro-de-inhamuhy”, “sassafráz”. (Amazonas). Categoria: Vulnerável (V);
Ocoteca langsdorffii Mez. LAURACEAE. Nome popular: “canelinha”. (Minas Gerais). Categoria:
Vulnerável (V);
Ocotea porosa (Nees) Barroso. LAURACEAE. Nome popular: “imbuia”. (São Paulo, Paraná, Santa
Catarina, Rio Grande do Sul). Categoria: Vulnerável (V);
Ocotea pretiosa Mez. LAURACEAE. Nome popular: “canela-sassafráz”. (da Bahia até o Rio Grande
do Sul). Categoria: Em perigo (E);
Parinari brasiliensis (Schott) Hook. CHRYSOBALANACEAE. (Rio de Janeiro, Minas Gerais).
Categoria: Em perigo (E);
Pavonia almifolia St. Hil. MALVACEAE. Nome popular: “guêta”. (Rio de Janeiro, Espírito Santo).
Categoria: Vulnerável (V);
Phyllantus gladiatus Muell. Arg. EUPHORBIACEAE. Nome popular: “dracena-da-praia”. (Espírito
Santo, Bahia). Categoria: Em Perigo (E);
Pilocarpus jaborandi Holmes. RUTACEAE. Nome popular: “jaborandi”, “jaborandi-de-pernambuco”,
“arruda-do-mato”, “jaborandi-branco”. (Ceará, Pernambuco) Categoria: Em Perigo (E);
Pilocarpus microphyllus Stapf ex Wardl. RUTACEAE. Nome popular: “jaborandi-legítimo”,
“jaborandi-do-maranhão”. (Pará, Maranhão, Piauí). Categoria: Em perigo (E);
Pilocarpus trachylophys Holmes. RUTACEAE. Nome popular: “jaborandi-do-ceará”,
“arruda-do-mato”. (Ceará, Piauí, Paraíba, Bahia, Minas Gerais). Categoria: Em perigo (E);
Pithecellobium recemosum Ducke. LEGUMINOSAE. Nome popular: “angelim-rajado”, “ingarana”.
(Pará, Amazonas, Amapá). Categoria: Vulnerável (V);
Pouteria psammophila var. xestophylla (Miq. et Eichl.) Baehni. SAPOTACEAE. (Rio de Janeiro).
Categoria: Vulnerável (V);
Prepusa hookeriana Gardner. GENTIANACEAE. Nome popular: “cravina-do-campo’. (Rio de
Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Schinopsis brasiliensis var. glabra Engl. ANACARDIACEAE. Nome popular: “brauna”, “baraúna”.
(Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão, Piauí). Categoria:
Vulnerável (V);
Simarouba floribunda St. Hil. SIMAROUBACEAE. (Minas Gerais). Categoria: (*)
Simarouba suaveolensis St. Hill. SIMAROUBACEAE. (Minas Gerais). Categoria: (*)
Swartzia glazioviana (Taubert) Glaziou. LEGUMINOSAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo
(E);
Swietenia macrophylla King. MELIACEAE. Nome popular: “mogno”, “águano”, “araputangá”,
“caoba”, “cedroaraná”. (Acre, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Rondônia, Tocantins, Maranhão).
Categoria: Em perigo (E);
Torresea acreana Ducke. LEGUMINOSAE. Nome popular: “cerejeira”, “cumaru-de-cheiro”,
“imburana-de-cheiro”. (Acre, Rondônia, Mato Grosso). Categoria: Vulnerável (V);
Virola surinamensis Warb. MYRISTICACEAE. Nome popular: “ucuuba’, “ucuuba-cheirosa”,
“ucuuba-branca”. (Pará, Amazonas). Categoria: Vulnerável (V);
Vouacapoua americana Aubl. LEGUMINOSAE. Nome popular: “acapu”. (Pará). Categoria: Em
perigo (E);
Vriesea biguassuensis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”, “monjolinha”, “bromélia”.
(Santa Catarina). Categoria: Indeterminada (I);
Vriesea brusquensis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”, “monjola”, “bromélia”. (Santa
Catarina, Paraná). Categoria: Rara (R);
Vriesea mulleri Mez. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”. (Santa Catarina, Paraná).
Categoria: Rara (R);
Vriesea pinottii Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”, “monjola”, “bromélia”. (Santa
Catarina, Paraná). Categoria: Em perigo (E);
Vriesea triangularis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”, “monjolinha”, “bromélia”.
(Santa Catarina). Categoria: Indeterminada (I);
Worsleya raynei (J.D. Hooker) Traub. & Moldenke. AMARYLLIDACEAE. Nome popular:
“rabo-de-galo”, “imperatriz-do-Brasil”, “amarilis-azul”. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);

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